🛸 OVNIS NO SÉC XXI
Da brincadeira radiofónica de Guerra dos Mundos, em 1938, passando pelo famoso episódio de Roswell, até há bem pouco tempo era considerado profundamente patético acreditar neste fenómeno. Com exceção dos esotéricos e dos negacionistas (que invariavelmente acreditam nele a um nível absurdo), o tema era visto com desdém. Hoje, porém, não só passámos a admitir a possibilidade de que existam, como o que agora verdadeiramente nos intriga é :
Avaliar o grau de encobrimento.
Apurar se há interesses ocultos.
Saber se nem o presidente dos EUA tem conhecimento.
Determinar a proveniência das naves.
Avaliar se as intenções são malévolas.
Investigar possíveis capturas de naves e/ou pilotos.
Perceber por que não se revelam abertamente.
Analisar alegadas abduções.
✨ John Lee Ratcliffe
John Lee Ratcliffe , antigo Diretor de Inteligência Nacional dos EUA (DNI) durante a administração Trump, tornou‑se uma figura central no debate moderno sobre OVNIs por uma razão simples: foi um dos primeiros responsáveis de topo a admitir publicamente que o governo norte‑americano possui muito mais informação sobre fenómenos aéreos não identificados do que alguma vez divulgou.
Ratcliffe foi uma das figuras que impulsionou a criação do relatório oficial do Pentágono sobre UAPs (2021), que acabou por admitir que: A maioria dos casos permanece inexplicada e alguns objetos exibem capacidades que desafiam a física convencional. Sem a pressão dele, esse relatório provavelmente teria sido muito mais vago.
✨ Jacques Vallée
Jacques Vallée é o cientista que ligou OVNIs, consciência e imortalidade. Astrofísico, programador informático e um dos pais da Internet, tornou‑se uma figura central no estudo dos fenómenos aéreos não identificados. Ao contrário da visão clássica que descreve os OVNIs como simples naves extraterrestres, Vallée propôs uma abordagem muito mais profunda: para ele, o fenómeno parece interagir com a humanidade há séculos, assumindo formas diferentes ao longo da história e adaptando‑se às nossas crenças e expectativas. Em vez de “visitantes do espaço”, Vallée sugere que estamos perante algo que opera fora dos limites convencionais da física e da consciência humana.
A sua investigação levou‑o a explorar a possibilidade de que estes fenómenos estejam ligados a dimensões adicionais, realidades paralelas ou formas de inteligência que coexistem connosco, mas que raramente percebemos.
Um dos aspetos mais intrigantes do seu trabalho é a ligação entre OVNIs e a ideia de imortalidade. Vallée especula que, se existirem inteligências capazes de operar fora do espaço‑tempo tal como o entendemos, então a consciência pode não estar limitada ao corpo físico. Para ele, o fenómeno pode ser uma pista — indireta, enigmática, mas real — de que a consciência humana é mais duradoura e mais complexa do que imaginamos. Curiosamente o Espiritismo fala nas várias dimensões existentes, vários mundos e planetas habitados .
✨ Robert Bigelow
Robert Bigelow é uma das figuras mais influentes e decisivas no estudo moderno dos OVNIs, da consciência e dos fenómenos que desafiam o entendimento científico tradicional. Multimilionário e fundador da Bigelow Aerospace, foi um dos poucos empresários a investir centenas de milhões de dólares na investigação séria de temas que, durante décadas, foram ridicularizados ou ignorados pelas instituições oficiais.
A sua importância começa com a criação do NIDS , uma organização dedicada ao estudo de fenómenos aéreos não identificados, aparições, mutilações de gado e outros eventos anómalos. O NIDS reuniu cientistas, ex-militares, físicos e investigadores de topo, criando pela primeira vez uma ponte entre academia, governo e investigação de campo.
Mais tarde, Bigelow tornou-se peça-chave no programa secreto do Pentágono conhecido como AATIP, financiando e colaborando diretamente com o governo dos EUA na análise de OVNIs e fenómenos associados. Muitos dos relatórios que hoje são públicos — e que confirmam oficialmente a existência de fenómenos aéreos inexplicáveis — foram produzidos graças ao seu apoio financeiro e logístico.
Mas Bigelow não se ficou pelos OVNIs. A sua convicção profunda de que a consciência sobrevive à morte levou-o a criar o Bigelow Institute for Consciousness , oferecendo prémios milionários a investigadores que apresentassem as melhores evidências da vida após a morte. Este gesto sem precedentes trouxe credibilidade, debate e atenção mediática a um tema que, até então, vivia nas margens da ciência.
A relevância de Robert Bigelow reside precisamente nisto: enquanto muitos falam, ele age. Financia, investiga, publica e desafia o status quo. Graças a ele, temas como OVNIs, consciência e pós-morte deixaram de ser tabu e passaram a ser discutidos por cientistas, governos e universidades. Bigelow é, sem dúvida, uma das figuras mais importantes do século XXI na abertura de novas fronteiras do conhecimento.