🛸 O Pentágono e os Relatórios Oficiais
O Pentágono publicou relatórios oficiais reconhecendo a existência de fenómenos aéreos não identificados (UAPs). Está documentado em vários relatórios públicos do Departamento de Defesa e do ODNI.
Pentagon UFO Report | Junho de 2021
O relatório mais famoso, analisou 144 casos, dos quais 143 permaneceram sem explicação. Este documento é conhecido como Pentagon UFO Report, e resume dados militares sobre UAPs e afirma peremptóriamente que há objetos observados que não têm explicação imediata:
✔️ Existem fenómenos aéreos que não podem ser explicados com os dados disponíveis.
✔️ Alguns casos mostram movimentos e características incomuns.
✔️ Não há evidência de que sejam tecnologia americana secreta.
✔️ Não há evidência de origem extraterrestre — mas também não é descartada.
Relatórios posteriores
O ODNI e o Departamento de Defesa continuam a enviar relatórios ao Congresso. O trabalho de investigação destes fenómenos continuou através de um novo organismo, o AARO , que publica relatórios anuais sobre UAPs. O relatório consolidado de 2024 continua a reconhecer a existência de fenómenos não identificados e a necessidade de investigação.
✔️ Existem objetos observados por pilotos e sensores militares.
✔️ Alguns têm comportamentos que não se enquadram na tecnologia conhecida.
✔️ A origem permanece desconhecida.
✔️ A investigação é contínua e formal.
AATIP - AARO
A investigação oficial norte‑americana sobre fenómenos aéreos não identificados ganhou nova forma ao longo dos últimos anos. O AATIP , criado no Pentágono em 2007, foi o primeiro programa moderno dedicado a analisar relatos de objetos voadores não identificados, sobretudo aqueles observados por pilotos militares. Durante anos funcionou de forma totalmente discreta, e só se tornou conhecido após uma denúncia publicada no The New York Times, que expôs a sua existência ao público.
Com o aumento de testemunhos credíveis, vídeos autenticados e pressão pública por transparência, o governo dos EUA reorganizou e ampliou esta investigação. Assim nasceu a AARO, uma estrutura oficial e permanente, com mandato para estudar fenómenos anómalos em todos os domínios — ar, mar, espaço e até subterrâneo. A AARO representa a institucionalização definitiva do tema: deixou de ser um programa marginal para se tornar um gabinete formal, com relatórios públicos e responsabilidades claras.