CELESTIALOGIA

🕯️ Não morremos : as provas da alma eterna

✨ EVIDÊNCIAS E REFLEXÕES

Meu amigo leitor, se ainda não sabe, vou dar-lhe a melhor notícia que poderia receber - especialmente vinda de alguém que não é crente (*): não morremos . Temos uma 'alma' que prevalece após a morte física. Não sou crente, mas é com base nesta realidade que as seitas e religiões sempre proliferaram, mas contando histórias da 'carochinha'.

E como eu sei isso ? pelos relatos de pessoas que tiveram experiências de quase-morte (EQMs), nas quais descrevem sensações e vivências surpreendentemente semelhantes : um sentimento de paz interior, a sensação de flutuar acima do seu corpo físico, a travessia de um túnel intensamente iluminado, e, posteriormente, a capacidade de relatar com detalhe o que aconteceu durante a sua 'ausência'.

Curiosamente, uma parte destas pessoas relata, após a experiência, perder completamente o medo da morte, passando a viver de forma mais intensa, com maior compaixão, altruísmo e uma espiritualidade não religiosa. Os estudos mostram que cerca de 15% dos pacientes que sobrevivem a estados críticos prolongados — incluindo coma profundo — têm experiências de quase‑morte (EQM). Ainda não se sabe porque razão algumas pessoas em coma profundo têm EQM e outras não.

Desde os primórdios da humanidade - já o milenar e célebre livro Tibetano dos Mortos ensinava como nos devemos comportar durante essa transição - até aos dias de hoje, nunca deixaram de existir inúmeros relatos deste tipo de experiência. Mas hoje, em pleno século XXI, a situação é bem diferente : há cada vez mais médicos que, no exercício da sua profissão, presenciam repetidamente esta realidade.

EQM

Curiosamente alguns destes relatos descrevem que para além do encontro na outra 'vida' das pessoas que amámos, temos também o re-encontro com os nossos animais de estimação.

🔄 A REVOLUÇÃO : MÉDICOS E CIENTISTAS QUE RECONHECEM A IMORTALIDADE

A prova está aqui: uma lista de médicos e cientistas altamente conceituados que, perante a importância destas descobertas, acabaram por publicar livros onde descrevem a possibilidade da imortalidade da alma.

A salientar, pela sua importância, o estudo cientifico de Ian Stevenson , que mostra que a imortalidade se deve a um processo de reencarnação.

Peter Fenwick

Peter Fenwick

Neuropsiquiatra britânico conhecido pelos seus estudos sobre experiências de quase‑morte e lucidez no fim da vida. Investigou centenas de casos em hospitais e hospices, concluindo que muitos pacientes relatam consciência clara, visões de familiares e sensação de separação do corpo nos momentos próximos da morte. O seu trabalho reforça a ideia de que a mente pode persistir para além da atividade cerebral observável.

Eben Alexander

Eben Alexander

Neurocirurgião que teve o cérebro repleto de pus devido a uma meningite bacteriana mortífera e altamente destrutiva (visível em TAC). A família foi imediatamente avisada de que ele iria morrer. Esteve em coma profundo, mas regressou à vida (teve um EQM) e, ao fim de uns meses, recuperou sem qualquer lesão cerebral, o que permanece, até hoje, um mistério.

Ian Stevenson

Ian Stevenson

O maior investigador da reencarnação, com milhares de casos estudados ao longo de décadas. Iniciou, em 1960, o estudo sistemático de casos de crianças que afirmavam lembrar vidas passadas. Em 1967, fundou a 'Division of Perceptual Studies' na 'University of Virginia School of Medicine', que se tornou o centro académico mais conhecido no mundo dedicado ao estudo da Reencarnação. Jim B. Tucker, é um psiquiatra que mantêm o projecto de Ian Stevenson, após a morte deste.

Sam Parnia

Sam Parnia

É um médico que estuda a consciência durante a morte clínica. O seu Projecto AWARE investigou pessoas que tiveram paragem cardíaca e relataram perceções lúcidas quando o cérebro já não mostrava atividade normal. O objetivo é compreender como a mente pode persistir em momentos extremos.

Manuel Sans Segarra

Manuel Sans Segarra

Médico espanhol que foi o pioneiro da cirurgia laparoscópica em Espanha. Diferente de muitos autores teóricos, Segarra acompanhou pessoalmente numerosos casos clínicos de experiências extraordinárias (EQMs) relatadas por pacientes, o que o levou a defender que certos fenómenos não podem ser explicados apenas pela fisiologia cerebral. O seu trabalho tornou‑se uma referência no estudo médico‑espiritual ibérico.

Raymond Moody

Raymond Moody

Raymond Moody é considerado o pai moderno das experiências de quase‑morte (EQMs). Foi ele quem, em 1975, cunhou o próprio termo no seu livro 'Life After Life', onde reuniu centenas de testemunhos de pessoas que passaram por paragem cardíaca ou estados críticos e relataram perceções lúcidas, sensação de sair do corpo, encontros com familiares e uma “luz” consciente. O seu trabalho abriu o debate científico e cultural sobre a possibilidade de a consciência não depender exclusivamente do cérebro.

Pim van Lommel

Pim Van Lommel

Cardiologista holandês que levou o estudo das experiências de quase‑morte para o centro do debate científico. Durante décadas, acompanhou pacientes em paragem cardíaca e publicou, em 2001, um estudo histórico na revista 'The Lancet', onde descreveu casos de consciência clara quando o cérebro estava clinicamente inativo. As suas conclusões desafiaram a visão tradicional de que a mente depende exclusivamente da atividade neuronal, tornando‑o uma das figuras mais influentes neste campo.

Bruce Greyson

Bruce Greyson

Psiquiatra que transformou o estudo das experiências de quase‑morte num campo científico estruturado. Criou a Escala Greyson, o primeiro instrumento rigoroso para medir e comparar EQMs, usado hoje em hospitais e estudos académicos em todo o mundo. Ao longo de décadas, entrevistou milhares de pacientes e identificou padrões consistentes de lucidez, perceção e transformação pessoal após a morte clínica. O seu trabalho tornou‑se uma das bases modernas da investigação sobre a possibilidade de a consciência persistir para além do cérebro.

🎬 REGISTOS CINEMATOGRÁFICOS SOBRE O FENÓMENO

Documentário que fala sobre este tema, com algumas destas personagens que demonstraram ao mundo a imortalidade da alma : After Death.

Filme baseado numa história real, sobre uma criança que experienciou este fenómeno: Colton Todd Burpo. Curiosamente, este menino não teve morte clínica, esteve próximo e sobreviveu miraculosamentemas, mas no entanto sentiu e relatou o mesmo. O filme refere uma menina prodigio americana , Akiane Kramarikque que pinta desde tenra idade : sua arte é inspirada em 'visões do céu', e que coincide com a experiência de Burpo.

Filme Não Morremos