DENÚNCIAS

A INDÚSTRIA FARMACEUTICA E OS MÉDICOS

Alfredo Pequito acusa desde 1997 vários médicos de receberem contrapartidas financeiras e outras regalias a troco de prescrição de medicamentos da Bayer. Segundo Alfredo Pequito, vários médicos eram "compensados" pela multinacional alemã com presentes, como créditos em agências de viagem, material informático ou bens para utilização pessoal, sempre que prescreviam determinados medicamentos deste laboratório.

A indústria farmacêutica e os médicos

MÉDICOS & JUSTIÇA

Quando à anos atrás entregou à nossa justiça uma listagem de médicos que tinham beneficiado de benesses de laboratórios farmaceuticos a troco de preescreverem determinados medicamentos foi um novo alarido. E quando anos depois o caso foi arquivado o nosso jornalismo mais uma vez permaneceu mudo e quieto quando é do conhecimento geral que aquela pratica era generalizada , bastava para tal conhecer um delegado de propaganda médica.

PRESCRIÇÃO DE MEDICAMENTOS | BAYER

Sempre me repudiou que os medicos receitassem medicamentos a troco de benesses mas este homem foi completamente inconsciente : provávelmente por vingança quiz prejudicar a poderosa Bayer e a nossa classe médica, a tal que ainda pouco se fez um estudo e concluiu-se que 99% dos casos levados a tribunal por negligência médica são arquivados, desconhecendo que a nossa justiça anda desde sempre de mãos dadas com os "poderosos".

Em 1999, Alfredo Pequito acusou a Bayer de o ter despedido por não concordar com os métodos da multinacional alemã para a promoção da venda de medicamentos. Em Outubro de 2003, o presidente da Bayer de Portugal, Francisco Belil, negou em tribunal que a multinacional alemã tenha subornado médicos em troca da prescrição de medicamentos da empresa

A NOSSA ORDEM DOS MÉDICOS

Nota : posteriormente aparecia pontualmente notícias na comunicação social de prémios, viagens, etc, atribuídos a médicos pelos laboratórios , mas nem isso foi suficiente para reabirir este processo . E não se esquecam que a Ordem dos Médicos tudo fez para que os médicos não receitassem os genéricos numa genuina preocupação com o bem estar dos seus concidadãos. Ficou registado para a posteridade o seu corporativismo em detrimento do bem estar da população, uma prática constante ao longo dos tempos.

Médicos contra genéricos