CASTELO BRANCO

PLANTAS SILVESTRES - part II

Plantas observadas no interior do meu terreno em Castelo Branco, Retaxo

É incrivel a profusão e vitalidade destas plantas : sem cuidados e sem água(!) conseguem nascer e proliferar o que me deixa totalmente perplexo. Será que conseguem absorver alguma humidade do ar ? ou através de 'capilaridade' receber das profundezas do solo alguma água ? Hoje com ferramentas de reconhecimento de imagens, como o Google Lens ou app's especificas como a PlantNet é extremamente fácil identificá-las. Mas o me surpreendeu foi descobrir que num espaço pequeno de menos de 2.000 m2 onde encontrei imensas especies , são poucas as que não tem nenhum valor medicinal ou culinário.

BELADONA

A planta Beladona

A beladona é uma planta extremamente venenosa e que é utilizada como droga recreativa e tem muitas utilizações medicinais. Encontrei à sombra junto a muros/paredes.

ANÇARINHA BRANCA

Ançarinha-branca

Podemos fazer um esparregado, com as folhas novas (tenras) das Urtigas e da daninha Ançarinha branca . As ovelhas minhas vizinhas adoram e, extraordinário, já vem me pedir ! Na india fazem muitas receitas com esta terrivel invasora que chamam-na de Bathua.

CARDO-MARIANO

Cardo-Mariano

Parece que o Cardo-Mariano protege as células do fígado e dos rins dos efeitos tóxicos das drogas, incluindo a quimioterapia por causa da Silimarina presente nas sementes. Inclusivé pode ser usada para combater a intoxicação por ingestão de cogumelos venenosos (reconhecido cientificamente). Colhe-se as bonitas flores liláses, deixa-se secar e depois abre-se para retirar as tais sementes que poderão ser usadas de varias formas, como por exemplo em chá.

CAMOMILA

Camomila

A Camomila em chá pode ser usada para acalmar, ajudar a dormir e facilitar a digestão entre muitos outros beneficios : seca-se as flores e folhas e depois são colocadas em infusão .Não confundir com as Margaridas que não tem grandes propriedades medicinais e são bem mais altas : a Camomila cresce apenas até cerca de 23 cm de altura.

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PLANTAS » part I